Marketing Médico por Especialidade
Marketing médico
por especialidade
Dermatologia, ginecologia e oftalmologia têm quase dez mil buscas mensais cada uma. Cardiologia tem menos de dois mil. Psiquiatria tem concorrência alta e paciente que decide sozinho; pediatria tem concorrência média e quem decide é a mãe. Cada especialidade é um mercado com volume, custo e comportamento próprios — esta página mostra os números de cada um.
Dados do DataForSEO, Brasil, outubro de 2026
Não existe “marketing médico”.
Existe o da sua especialidade
A estratégia muda de especialidade para especialidade por três motivos: o volume de busca, que varia em mais de cinco vezes entre a maior e a menor desta lista; quem toma a decisão — o próprio paciente em dermatologia e psiquiatria, a mãe em pediatria, o médico que encaminha em cardiologia e oncologia; e a proporção entre convênio e particular, que define se vale ou não disputar anúncio. Abaixo estão os números reais de cada uma, levantados no DataForSEO em outubro de 2026 para o Brasil.
Nove especialidades,
nove jogos diferentes
Todas as buscas abaixo são da forma “especialidade perto de mim”, que é como o paciente realmente digita. O índice de concorrência vai de 0 a 100 e indica quantos anunciantes disputam aquele termo no Google Ads.
O que o número esconde
- Endocrinologia tem o leilão mais disputado — índice 90 de concorrência, puxado pela demanda ligada a emagrecimento. Volume médio, custo alto e muito anunciante não médico no mesmo leilão.
- Ortopedia tem o clique mais caro, R$ 1,81, e índice 88. É um mercado com muita clínica de volume anunciando, e onde o diferencial costuma ser a agilidade de agendamento, não o preço.
- Oftalmologia tem o clique mais barato da lista, R$ 0,97, com volume de topo. É a melhor relação entre demanda e custo entre as nove — e a maior parte do tráfego vai para redes de ótica e clínicas grandes.
- Cardiologia quase não se decide pela busca. Com 1,9 mil buscas mensais no país inteiro, o paciente chega por encaminhamento. Aqui o marketing é de reputação e de relacionamento com quem encaminha, não de anúncio.
O que muda
de especialidade para especialidade
Mesmo volume de busca não significa mesma estratégia. O que decide é quem escolhe o médico, com que urgência e com que fonte de pagamento.
Dermatologia e oftalmologia
Volume alto e paciente que decide sozinho, sem encaminhamento. São as especialidades em que o anúncio e o Google Maps mais pesam, porque a pessoa pesquisa, compara e marca no mesmo dia. Em dermatologia há ainda a fronteira com estética, que exige cuidado redobrado com a regra do CFM sobre imagem de resultado.
Ginecologia
O maior volume da lista e a decisão mais baseada em confiança e indicação. Avaliações pesam mais aqui do que em qualquer outra especialidade, e a escolha costuma ser de longo prazo: a paciente que gosta fica por anos. Vale investir em reputação antes de investir em mídia.
Psiquiatria e saúde mental
Demanda em crescimento, decisão íntima e muita pesquisa antes do contato. O paciente lê bastante, quer saber a abordagem e evita exposição — então conteúdo informativo e agendamento discreto convertem mais que anúncio agressivo. Teleconsulta amplia o raio para além da cidade, o que muda a segmentação.
Endocrinologia
O leilão mais caro proporcionalmente, por causa da demanda ligada a emagrecimento e ao uso de medicamentos de alto interesse comercial. Você disputa atenção com clínicas de emagrecimento, nutricionistas e anunciantes que não são médicos. A diferenciação precisa estar no conteúdo técnico, não no preço.
Pediatria
Quem busca não é quem consulta. A mãe ou o pai escolhem, e o critério é confiança, paciência e disponibilidade — não tecnologia. Conteúdo que responde dúvida de primeira viagem e agenda que absorve urgência de criança doente valem mais que qualquer anúncio sofisticado.
Cardiologia, oncologia e cirurgias
Especialidades em que o paciente chega encaminhado por outro médico. O volume de busca direta é baixo e o anúncio tem pouco efeito. O que funciona é autoridade visível — currículo, produção, hospitais — e relacionamento com a rede que encaminha, que também pesquisa você no Google antes de indicar.
A regra do CFM vale igual
para todas as especialidades
O volume de busca muda, o custo por clique muda, o comportamento do paciente muda. O que não muda é o que você pode publicar — e é justamente onde as agências generalistas erram mais, principalmente nas especialidades com apelo estético.
O que a gente não publica
- Antes e depois, sobretudo em dermatologia, endocrinologia e cirurgia.
- Valor de consulta, de procedimento ou de pacote.
- Promessa de perda de peso, de cura ou de resultado em prazo determinado.
- Depoimento de paciente como peça publicitária do médico.
- Divulgação de especialidade ou área de atuação sem registro no CRM.
O que a gente faz no lugar
- Conteúdo por condição tratada, que é onde está a busca de cauda longa de toda especialidade.
- Currículo e títulos verificáveis, que é o que sustenta autoridade nas especialidades de encaminhamento.
- Nome, especialidade registrada e CRM em cada página e cada peça.
- Segmentação de anúncio pelo raio real de deslocamento daquele tipo de paciente.
- Aprovação do médico antes de qualquer publicação, sem exceção.
Esta seção resume o entendimento consolidado sobre publicidade médica para orientar a estratégia e não substitui consulta ao CRM do seu estado nem à Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos.
O custo de aparecer
na sua especialidade
Custo por clique e índice de concorrência do DataForSEO para o Brasil, outubro de 2026. Estes são números nacionais: na sua cidade eles podem ser bem menores, porque a disputa local costuma ter menos anunciantes. É exatamente esse levantamento local que fazemos na análise gratuita, antes de você definir qualquer verba.
- Levantamento refeito para a sua cidade e o seu raio de atendimento
- Verba dimensionada pela sua capacidade de agenda, não pelo tamanho do mercado
- Especialidades de encaminhamento recebem estratégia de autoridade, não de mídia
Três estratégias,
conforme a sua especialidade
Na prática as especialidades se agrupam em três perfis, e é o perfil — não a área médica — que define onde a verba e o esforço vão.
Busca direta do paciente
- Dermatologia, oftalmologia, ginecologia
- Otorrinolaringologia, ortopedia
- Google Maps e anúncio pesam muito
- Avaliações decidem o clique
Volume alto e decisão própria. Aqui o investimento em mídia e em perfil tem o retorno mais rápido e mais mensurável.
Pesquisa longa antes do contato
- Psiquiatria, endocrinologia, nutrologia
- Conteúdo por condição e por dúvida
- Agendamento discreto e sem exposição
- Teleconsulta amplia o raio
O paciente lê muito antes de marcar. Conteúdo informativo converte mais do que anúncio direto.
Chegada por encaminhamento
- Cardiologia, oncologia, cirurgias
- Currículo, títulos e hospitais visíveis
- Página fácil de encontrar pelo nome
- Pouca ou nenhuma verba de mídia
Quem encaminha também pesquisa você no Google. A presença existe para confirmar autoridade, não para captar.
Dúvidas sobre
marketing por especialidade
Minha especialidade não está nesta lista. Vocês atendem?
Sim. A lista mostra as nove com maior volume de busca no Brasil, não as que atendemos. Para qualquer especialidade o processo é o mesmo: levantamos o volume real na sua cidade, o custo por clique do seu mercado e em qual dos três perfis ela se encaixa — busca direta, pesquisa longa ou encaminhamento. Esse enquadramento é o que define a estratégia, e ele existe para toda área médica.
Minha especialidade tem pouco volume de busca. Não vale a pena?
Vale, mas com outra estratégia. Cardiologia tem 1,9 mil buscas no país inteiro e mesmo assim precisa de presença digital — só que para confirmar autoridade a quem encaminha e a quem foi encaminhado, não para captar diretamente. Nesses casos a verba de mídia é mínima ou zero, e o esforço vai para currículo, conteúdo técnico e Perfil da Empresa.
Por que o custo por clique varia tanto entre especialidades?
Porque o leilão é disputado por quem vê mais valor naquele paciente. Endocrinologia é cara porque clínicas de emagrecimento, nutricionistas e outros anunciantes entram no mesmo leilão. Oftalmologia é barata apesar do volume alto porque boa parte da demanda termina em ótica, e a consulta tem ticket menor. Em cidade pequena esses números caem bastante.
Atendo mais de uma área de atuação. Como divulgar?
Com uma página para cada, desde que você tenha registro para todas no CRM. Áreas de atuação diferentes atraem pacientes diferentes e misturá-las numa página só faz nenhuma ranquear bem. O que não se pode é divulgar área sem o registro correspondente, o que é das infrações mais comuns em publicidade médica.
Teleconsulta muda a estratégia?
Muda bastante, principalmente em psiquiatria, endocrinologia e nutrologia. Com teleconsulta você deixa de disputar só o seu bairro e passa a competir em escala estadual ou nacional, o que aumenta o volume disponível e também a concorrência. Nessas especialidades a estratégia costuma virar conteúdo e autoridade, porque o Google Maps perde importância.
De onde vêm estes números?
Do DataForSEO, que consulta a base do planejador de palavras-chave do Google Ads. São médias mensais de busca no Brasil, apuradas em outubro de 2026, para os termos na forma “especialidade perto de mim”. Na análise do seu consultório refazemos o levantamento para a sua cidade e o seu raio, que é o número que decide a sua verba.
Atendemos também
estes segmentos
Cada segmento tem a sua página, com a demanda de busca daquele mercado, as regras do conselho da categoria quando existem e os gargalos de atendimento do ramo.
Qual é
a sua especialidade?
Faça uma análise gratuita. Levantamos o volume de busca da sua especialidade na sua cidade, o custo por clique real do seu mercado e quantos pacientes você está deixando passar todo mês.